domingo, 30 de abril de 2023
Quando o 1.º de Maio era no dia 28
Em todo o caso, mudar o nome do velho estádio de Braga, de 28 de Maio para 1.º de Maio, só demonstra (num raciocínio assumidamente palerma e suinamente fascistóide) que a Outra Senhora levava 27 dias de avanço em relação a Esta Senhora e que as revoluções cometem-se sobretudo e quase só para mudar os nomes das ruas, praças, pontes, estádios e outro imobiliário.
Querem outro por exemplo? O Estádio 25 de Abril, de Penafiel. Antes da "política", aquele terreiro chamava-se Campo das Leiras. E que mal é que tinha o nome?
O 28 de Maio de 1926 foi praticamente como o 25 de Abril de 1974, mas em versão fascista. Começou em Braga e chegou a Lisboa atrás do cavalo branco de Gomes da Costa, uma espécie de chaimite daquele tempo.
Antes do 25 de Abril, os 28 de Maio eram celebrados com desfiles, por assim dizer, militares: Mocidade Portuguesa, Legião Portuguesa, certamente bombeiros e escuteiros, provavelmente ranchos folclóricos e evidentemente soldados propriamente ditos. A Veneranda Figura lá estava, mas o de Santa Comba se calhar não, porque constipava muito de saísse à rua e o povo fazia-lhe espécie. Havia discursos, condecorações geralmente póstumas, por razão de força maior, isto é, derivado ao Ultramar, criancinhas órfãs vestidas à adulto, jovens viúvas atarantadas e chorosas, pais abruptamente sem filhos mas com medalha espetada no peito, numa dor sem fim, e sobretudo muitas fanfarras, a bem da Nação. O bom povo português assistia a tudo patrioticamente embebecido, se não me engano com aguardente, porque as cerimónias eram de manhã.
Uma vez eu também lá fui. Estava no seminário, em Braga, e os padres levaram-nos. Fomos portanto levados. Gostei muito, porque o meu tio Zé de Basto era corneteiro na fanfarra do Regimento de Infantaria 8 e eu já não o via há uma temporada. Pusemos a conversa em dia.
Resumindo e concluindo: Portugal continua a ser o mesmo, fascistazinho, só o tio Zé é que já não anda na tropa...
sábado, 29 de abril de 2023
A menina dança?
- Não, muito obrigado.
- Não tem nada que agradecer.
- Mas eu faço questão.
- Coimbrã?
- Oliveira do Hospital, mais concretamente.
Mas com respeito...
- Valso.
- E polca?
- Polco.
- E tuísta?
- Tuísto.
- E foxtrota?
- Foxtroto.
- E bolera?
- Bolero.
- E zumba?
- Zumbo.
- E rumba?
- Rumbo.
- E fandanga?
- Fandango.
- E vira?
- Viro.
- E tanga?
- Olha o respeito!...
sexta-feira, 28 de abril de 2023
Feiras Francas de Fafe, de 13 a 17 de Maio
Foto Hernâni Von Doellinger |
quinta-feira, 27 de abril de 2023
A invenção da sogra
A minha sogra, eu, o canídeo e a porca
A minha sogra, que me dirige uma certa osga, pensava que era eu, para lhe fazer desfeita não sei de quê. E não foi fácil convencê-la de que, com vossa licença, aqueles saralhotos eram evidentemente, com vossa licença, saralhotos de canídeo. E eu sou balança.
Uma vez quase apanhei o infractor com as calças na mão: a merda, com vossa licença, ainda a fumegar, mas o canídeo já a descer o fim da rua com a dona pela trela, e dissesse eu o que dissesse estaria a falar para a central. Calei-me, portanto.
Portanto, calei-me, mas pus-me à tabela, agarrei-me ao Excel, recolhi e cruzei informações, fiz um horário e aqui atrasado apanhei-os em flagrante. À horinha, nem mais cedo nem mais tarde, abri de rompante o portão e lá estava a acontecer à minha frente: merda ao vivo, como eu previa e com vossa licença.
Fiz a cara de nojo que trazia ensaiada há mais de um ano, e disse:
- Então és tu, minha porca?!...
- Não é uma cadela, é um cão... - empertigou-se-me a dona, histericamente professoral.
- Mas eu não estava a falar para o canídeo, minha senhora...
Lá vamos cantando e rindo, outra vez?
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Foto Expresso de Fafe |
quarta-feira, 26 de abril de 2023
O Magalhães da Circunvalação
Mas, parecendo ter sido ontem, já foi há muito tempo. Quinhentos anos praticamente mais três. E hoje em dia vivemos tempos de profunda ignorância e vaidosa estupidez. Entre o Porto e Matosinhos, à porta dos liceus e das faculdades, nas galerias de arte, nos cafés, nas esquinas, nos autocarros, no metro e até nas trotinetas partilhadas, ouve-se apenas uma pergunta, que são três: - Mas afinal o que é que fez o Fernando Magalhães? Inventou a Circunvalação? E chama-se Viagem da Circunvalação porquê?...
Pois. O navegador Fernão de Magalhães, nascido provavelmente em Ponte da Barca, Alto Minho, em 1480, morreu em combate nas ilhas de São Lázaro, Filipinas, no dia 27 de Abril de 1521. Entre uma coisa e outra, descobriu, com efeito, a Circunvalação, numa longa viagem de fim de curso organizada entre 1519 e 1522 e que ele infelizmente não pôde concluir. Em todo o caso, meus senhores, a Circunvalação é realmente um mundo.
terça-feira, 25 de abril de 2023
O arrocho ia para a baliza
O Eusébio marca livres de 30 metros, o Artur Jorge chuta em moinho, o Dinis faz fintas à bandeirola de canto, mas eu fui o maior craque da Rua Guerra Junqueiro e está para nascer um sucessor digno desse título.
A Rua Guerra Junqueira continua no mesmo sítio, isto é, em Coimbra, capital da Beira Litoral, e creio que já de nascença tinha o quintal do Luís Marques (12x2,5m) com a parede do prédio à esquerda de quem desce as escadas e um muro infelizmente não muito alto à direita, que era por onde galgávamos para o quintal do Lopes à procura da chincha. Uma tarde, estava o craque nos cinco anos, ouviu-se a frase entre todas decisiva:
"E se o miúdo jogasse à baliza?"
Vi-me subitamente presenteado com um boné e dois lenços de assoar para as joelheiras. A maltózia era mais velha, nove, dez anos, e num relance percebi que o meu futuro desportivo, assaz brilhante nas épocas seguintes, poderia nem sequer começar. Ora como isto de futebóis mais vale um mergulho para o fotógrafo do que dois meses no banco dos suplentes, o craque enfiou o boné bem enfiado na tola, arreganhou o pior dos sorrisos (grr!) e dispôs-se a gravar o nome completo sobre o cimento do quintal. É claro que a minha equipa ganhou: nem seria nunca de outro modo, pois logo à primeira investida do Tó Mané Magalhães esfola gatos mata cães fui-me a ele, encostei delicadamente a biqueira do sapato esquerdo ao tornozelo do artista, fiz força (uma força "do catarino", como então se dizia) e apliquei-lhe o acelerador com algumas ganas e sobeja intenção de brilhar. O Tó Mané desandou para as escadas agarrado ao tornozelo. Perguntaram-lhe se queria que trouxessem a bilha de água.
"Quero, pois", urrou. "Quero a bilha e quero um calhau pra partir os focinhos a esse gajo do cento e dezoito!"
Nessa tarde, afora o incidente relatado supra, correu tudo à medida dos meus mais veementes desejos: cinco defesas em reboleta, três por cima das sardinheiras, enfim um penáltie socado por cima do muro que ainda estou a ver o Luís Marques muito chagado explicando-me assim:
"Vais lá tu que é pr'aprenderes a não armar ao Barrigana, òviste?" Fui, sim senhor, e deliciado. Daí a pouco terminava o prélio: vitória dos Portas Pares, um convite ad aeternum para aparecer sempre que entendesse. Durante mais de sete anos não faltei ao compromisso.
Como depois da jogatana era preciso secar as camisas, Luís Marques e seus muchachos costumavam trespassar-se até ao quintal do Lopes e entreter os derradeiros ócios antes da sopa da noite com um exercício de arremesso. Destarte me tornei o mais artilheiro dos pedróbolos da rua, com um saldo de catorze gatos só na semana de estreia. Quando ouço contar que o Zsivotzky lança o martelo a - setenta metros e tal, batendo com isso os máximos reconhecidos e a reconhecer, debruço-me na janela da Travessa do Patrocínio e,
deitando a bia fora, ponho-me a pensar em quanto é cruel o mundo dos homens. Um recordista mundial que não dá nem uma calhoada num gato - então isto chama-se pontaria?
Foram soldados 12
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Foto Tarrenego! |
De que serve?
De que servem as pernas, se não puder andar?
De que servem os dedos, se não puder tocar?
De que servem os ouvidos, se não puder escutar?
De que serve o coração, se não puder amar?
De que servem os estudos, se não puder ler?
De que servem os olhos, se não puder ver?
De que serve a democracia, se não puder ter?
De que serve a liberdade, se não puder ser?
segunda-feira, 24 de abril de 2023
25 de Abril e coisa e tal
A sorte do 25 de Abril
E se?
O mal do 25 de Abril
domingo, 23 de abril de 2023
A papelada era com o Sr. Armindo Bristol
Eles andam por aí
Foto Hernâni Von Doellinger |
sábado, 22 de abril de 2023
Olraitecamoniésse!
Grazie verigude!
Vá lá, podia ter sido pior. Se me tivesse atirado por exemplo "Muchas gracias!", abanando castanholas, eu ficaria realmente fodido...
Foram soldados 11
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Foto Tarrenego! |
sexta-feira, 21 de abril de 2023
Os comedores
O Dias é que mandava, e mandava muito alto, porque ele, avisou, é que ia pagar. Mandou vir Alvarinho, "para começar", e encomendou três doses de bacalhau assado. Fez muito bem. Aquele restaurante prepara, de facto, o melhor bacalhau assado na brasa do mundo. Vieram duas travessas: uma, enorme, com duas doses, e outra, normal, com a outra dose, tudo ao mesmo tempo. Informa-se, a propósito, que uma dose de bacalhau dá para duas pessoas que comam muito e ainda cresce. Que se segue? Comeu-se e bebeu-se ali com considerável galhardia, que apetite não faltava, graças a Deus, àqueles seis. A travessa grande ficou vazia, na travessa normal sobrou uma lasca mínima de bacalhau, da parte mais fina.
Passou o proprietário do estabelecimento, o Sr. A., na sua sacramental ronda por todas as mesas, e, à vista de tamanha limpeza, perguntou, como sempre faz questão de perguntar, satisfeito e simpático: - O bacalhauzinho estava bom?...
Que sim. "Excelente!", "Uma maravilha!", "Não podia estar melhor!", "Fantástico!", "Divinal!" - disseram todos à uma mas cada um à sua. Todos, menos a namorada do Dias, que se batera ferozmente com a dose singela e pediu licença para falar à parte, perante o evidente embaraço e os maldisfarçados safanões dos outros cinco, inclusive o Dias, que a mandava calar, mas sem efeito.
- Sou muito franca! - começou ela. - Eu não digo o que não é, só para agradar, e o meu bacalhau estava deslavado, desenxabido... - sentenciou.
O Sr. A. encaixou, pediu desculpa, explicou, que isto, com as toneladas de bacalhau que ali se demolham semanalmente, às vezes pode acontecer, porque o bacalhau é um material muito ingrato de trabalhar, só na mesa é que se lhe pode tirar a prova dos noves, mas tudo se resolve e ia mandar servir uma nova posta, oferta da casa, e não se fala mais nisso.
Que não. Que não era preciso, que estava tudo muito bem, ela é que tem a mania, atiraram os outros, manifestamente envergonhados. Mas o Sr. A. insistia. E eles, que não. E o Sr. A., que sim. E eles, que não. Que sim. Que não. Que sim. Até que o Dias, reassumindo corajosamente o controlo da mesa e da situação, sugeriu, como quem faz um favor à casa, que só se fosse uma dose de costelinha, em vez da posta de bacalhau...
E sugeriu muito bem. Porque aquele restaurante prepara também, de facto, as melhores costelas assadas na brasa do mundo. E de borla, então nem se fala. Pois vieram as costelinhas, desapareceram num lampo, as batatas fritas também, e toda a gente acabou lambendo os beiços. Toda a gente menos a namorada do Dias, que continuava inconsolada, lamentosa, protestando agora derivado aos ossos. Isso, as costelas tinham osso, eram ossos praticamente, ossos rodeados por um pouco de carne, e ela não podia deixar passar em claro um escândalo de semelhante dimensão...
Foram soldados 10
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Foto Tarrenego! |
quinta-feira, 20 de abril de 2023
Por estes, que a terra há-de comer
Quem, por precisar, frequenta regularmente oftalmologistas, optometristas e oculistas, sabe muito bem do que eu vou falar. Os óculos. Os óculos estão pela hora da morte. Um par de óculos de apenas razoável qualidade, fiável assim-assim, de linhas mais ou menos actualizadas, custa-nos os olhos da cara. O que se paga por um par de óculos dá para comprar um carro em segunda mão. Ou, em alguns casos, até dois carros em segunda mão. E foi o que eu fiz: mandei foder os óculos, que a mim ninguém me leva, peguei no dinheiro que lhes tinha destinado e adquiri pela internet uma viatura "em razoável estado de conservação e óptimo consumo". Fiquei muito bem servido. Por outro lado, não sei conduzir, o automóvel nem sequer pega e eu praticamente não vejo...
Na marmita
P.S. - Hoje é Dia Mundial da Criatividade e Inovação.
quarta-feira, 19 de abril de 2023
Foram soldados 9
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Foto Tarrenego! |
No mecânico
- Pode.
- E pastilhas?
- Na farmácia aqui ao lado...
P.S. - Hoje é Dia do Disco, também conhecido como Dia do Disco de Vinil.
Foram soldados 8
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Foto Tarrenego! |
segunda-feira, 17 de abril de 2023
Foram soldados 7
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Foto Tarrenego! |
domingo, 16 de abril de 2023
Foram soldados 6
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Foto Hernâni Von Doellinger |
O mito urbano e o mito rural
- Mito quê?
- Mito urbano. Urbano. Citadino, civilizado, cortês, polido, gafonha, urbanita, urbícola, correcto, afável, aprazível, fruitivo, lisonjeiro, mavioso, amorável, charmoso, peralta, lhano, tirone, refinado, esticadinho, delicioso, educado...
- O que são as palavras, veja lá o senhor. Não, não sou o tipo do mito urbano. Na verdade fiz-me homem em São Miguel do Monte, concelho de Fafe, sou portanto e pelo contrário, se me está a acompanhar, o mito do tipo rural.
- Tipo quê?
- Tipo rural. Rural. Rústico, rusticano, aldeão, camponês, campino, campesino, campesinho, campestre, campónio, agrário, casca-grossa, labrego, parolo, lavrador, grosseiro, bruto, boçal, besta, bronco, grunho, labrego, malcriado...
- Realmente o que são as palavras. Mas é tão parecido com ele...
- Porém, não sou ele. Por favor, não me comprometa. Se o senhor disser que eu sou ele, eu nego. Ene-é-gê-ó. Nego!
- Palavra de honra, aqui que ninguém nos ouve, o senhor nunca foi o tipo do mito urbano nem por um bocadinho? Ande lá...
- Nunca, meu caro senhor. Aliás, se me permite, desafio qualquer um a recordar alguma intervenção ou escrito que eu tenha protagonizado nesse exacto sentido e que, de uma ou outra forma, me possa conectar a essa lamentável problemática. Desafio. Eu sou o mito, não sou o tipo, e ponto final.
sábado, 15 de abril de 2023
Foram soldados 5
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Foto Tarrenego! |
sexta-feira, 14 de abril de 2023
Fafe lés-a-lés
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Desenho Nestinho |
Yabba dabba doo!!!...
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Desenho Nestinho |
A Fórmula 1 anda realmente uma chatice, mas especialistas anónimos chamam a isto doping humano e não concordam. E o senhor Ecclestone, que já não risca mas palpita, está fulo. Diz que, com ele, no que respeita a doping, de viagra para cima, tolerância zero...
- Vai chover... - Vai tu!
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Desenho Nestinho |
Então o que é que eu fiz? Peguei e desatei a correr de volta para casa e nunca mais saí para ir à padaria. Durante mais de quinze dias comemos as sardinhas assadas e o bacalhau frito com bolachas Maria. Torradas. Que tínhamos açambarcado.
Por outro lado, liguei ao meu amigo Ernesto Brochado a pedir-lhe ajuda. O Nestinho costuma acudir-me satisfatoriamente em semelhantes aflições. Expliquei-lhe o meu problema, a minha ânsia, trocámos algumas ideias, e, como se vê ali em cima, saiu esplendorosa a solução que então demos a conhecer ao mundo, num rigoroso exclusivo. Entretanto, registámos a patente, tivemos milhões de encomendas, vendemos triliões de kits, é assim que se diz, enchemos a carteira e estou finalmente rico, para que é que hei-de mentir?
quinta-feira, 13 de abril de 2023
Foram soldados 4
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Foto Tarrenego! |
Era um homem muito antigo
A esse respeito. Contam as efemérides que no dia 14 de Abril de 1863 nasceu a primeira máquina rotativa para imprimir jornais com alimentação contínua e automática de papel, impressão nas duas faces e corte automático. Faz hoje exactamente 160 anos.
quarta-feira, 12 de abril de 2023
Dava-te um beijo, mas não tenho...
Dizemos "Beijinhos", dizemos "Abraço", dizemos olá de boca, e assim ficamos. Pelas palavras. Beijos e abraços são só vocábulos, paleio. Mantemos uma distância alegadamente higiénica entre nós, os alegados amigos uns dos outros. Dizemos. Enviamos. Remetemos. Aproveitamos a oportunidade para. Ao telefone, por escrito, ao vivo na pressa da rua, na patetice dos emojis. Dar a sério (à séria, se lido em Lisboa) é que não. Ninguém dá nada a ninguém - nem sequer beijos, nem sequer abraços. Fazemos votos de. "O que lhe estimo é um magnífico beijo", "Desejo-lhe um excelentíssimo abraço". E nisto estamos.
É. Olhem bem à volta: as palavras estão em alta, navegam de vento em popa. As palavras. O que verdadeiramente está em crise é a palavra, a palavra singular e definitiva, essa vaga memória de uma honra démodée que se arrasta pelas ruas da amargura - abandonada, pobre, cega e nua. Mas isto, claro, sou eu a dizer e são apenas... palavras, palavras, palavras.
Foram soldados 3
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Foto Tarrenego! |
Cautelas e caldos de galinha
terça-feira, 11 de abril de 2023
Foram soldados 2
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Foto Tarrenego! |
O turismo, por exemplo
- Turista.
- E que tal?
- Vai-se andando...
P.S. - Leio que o "município de Fafe promove ações de formação para profissionais e empresas do setor do turismo". Acho muito bem. E espero que não estraguem. Mais.
No país dos setores
Foram soldados
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Foto Tarrenego! |
segunda-feira, 10 de abril de 2023
Jesus Cristo, procura-se!
domingo, 9 de abril de 2023
Golfe, mas com moderação
P.S. - Hoje é Dia do Golfista.
sexta-feira, 7 de abril de 2023
Marques do Correio
Foto Hernâni Von Doellinger |
quinta-feira, 6 de abril de 2023
Jesus, Jesus, o que sente neste momento?
Certidão de óbvio
Pérolas e mais pérolas
P.S. - Hoje é Dia do Jornalista e Dia do Médico Legista. No Brasil.
quarta-feira, 5 de abril de 2023
A última ceia
terça-feira, 4 de abril de 2023
Era o Lopes
Quando o telefone toca
segunda-feira, 3 de abril de 2023
O bom, o mau e o sermão
Ser rico é dever (muito!) dinheiro
Por outro lado, dou valor ao Berardo. Ele deve aqueles camiões, navios e aviões todos cheios de dinheiro - só assim é que eu me oriento -, ri-se olimpicamente e é um homem rico. Eu não devo um cêntimo a ninguém, ando zangado com a boa disposição e sou um homem pobre. Isto é. Quem me dera ser filho do mãe... do Berardo, porque Caixa nós também já tínhamos em Fafe...
domingo, 2 de abril de 2023
Lucas, evangelista e médio ofensivo
Semana santa
O Rates vendia ratoeiras
A montanha pariu um rato. Que miséria, realmente. Se ainda ao menos parisse um elefante! Ou dois - que incomodam muito mais... O Rates vendi...
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Foto Hernâni Von Doellinger Durante muito tempo cuidei que se chamavam assim por causa das vacas que ficavam cá fora presas pela soga às arg...
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Foto Hernâni Von Doellinger O Canivete que vendia jornais, o Palhaço que fazia autópsias, o Cesteiro que esteve nas trincheiras da Primeira ...
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Foto Hernâni Von Doellinger A minha rua era um largo. Santo Velho, como lhe chamavam os antigos, ou apenas Santo, como lhe chamávamos nós os...