P.S. - Publicado no meu blogue Mistérios de Fafe. Hoje é Dia Mundial da Bicicleta, isto é, da Bisculeta.
Mostrar mensagens com a etiqueta bicicletas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bicicletas. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 3 de junho de 2025
A bisculeta, pelo menos em Fafe
A bisculeta é um utensílio doméstico com quatro rodas, no mínimo: a roda da frente, a roda de trás, a roda pedaleira e o pinhão. O Chico Americano, por exemplo, tinha uma bisculeta que estacionava à porta do Nacor às vezes em contramão mas sempre de vidros fechados por causa da chuva que também podia aparecer sobretudo no tempo dela. O tempo da chuva antigamente chamava-se Inverno, pelo menos em Fafe. A bisculeta do Chico era um aparelho de categoria, parece-me que até tinha mudanças e talvez farol. À bisculeta, vulgarmente conhecida como velocípede sem motor ou bicicleta, há também quem lhe chame automóvel derivado exactamente àquilo das quatro rodas. E é o que se me oferece dizer a este respeito.
Etiquetas:
bicicletas,
Chico Americano,
Dia Mundial da Bicicleta,
fafês,
língua portuguesa,
Mistérios de Fafe,
Nacor,
série Fafenses excelentíssimos,
série Memórias de Fafe
domingo, 19 de janeiro de 2025
segunda-feira, 21 de outubro de 2024
O Padre Clementino
O Padre Clementino morava no seminário. Não porque fosse prefeito ou professor ou tivesse outras responsabilidades administrativas ou religiosas, mas apenas porque naquele tempo ainda não havia lares para padres velhinhos e desconsertados. O Padre Clementino não era velhinho - avariara, ninguém o reclamou e ficou por ali. Mas era uma figuraça, património diocesano, um mito vivo. Baixote, redondo, anafado, bonacheirão, vermelhusco de cara e sorriso gaiato, batina coçada, sebenta, amiúde carregada de nódoas, isto é, o Padre Clementino tinha tudo para ser cónego, mas, que eu saiba, felizmente nunca lhe fizeram essa desfeita.
O Padre Clementino era muito cuidadoso com a fruta, sobretudo com as maçãs. Punha-as a madurar na beira da janela do quarto minúsculo que lhe fora distribuído e só as comia quando elas estivessem satisfatoriamente podres, cheias de bolor, para aproveitar a penicilina. Por estas e por outras, o Padre Clementino tinha uma saúde que até metia impressão.
Contava-se. Pela calada da noite ou durante o horário lectivo, o Padre Clementino andava de bicicleta pelas compridos e desérticos corredores do seminário. Apesar da ausência de tráfego, da via desafogada, apesar de ter os corredores só para ele, corredores largos, longas rectas sem sequer chicanas, a verdade é que às vezes o homem caía, sei lá se por falta de jeito ou apenas porque o raio da sotaina se lhe enrodilhava na corrente, não faço ideia. Caía e pronto. E pronto, não! Rectifico. Caía, levantava-se logo que conseguisse, não sei se estão a ver a tartaruga de pernas para o ar, verificava os estragos no material, que eram quase sempre nada, marcava o local do tombo com um grande sinal que ele já tinha preparado e que dizia "CURVA PERIGOSA!!!", nem mais nem menos, e saía dali novamente bicicletando. Com o Padre Clementino era mesmo assim, de categoria, tudo nos conformes. Fossem chamar tolo a outro...
(Publicado originalmente no meu blogue Tarrenego!, a propósito do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja. E o Padre Clementino era. Por outro lado, hoje é Dia Internacional da Maçã.)
O Padre Clementino era muito cuidadoso com a fruta, sobretudo com as maçãs. Punha-as a madurar na beira da janela do quarto minúsculo que lhe fora distribuído e só as comia quando elas estivessem satisfatoriamente podres, cheias de bolor, para aproveitar a penicilina. Por estas e por outras, o Padre Clementino tinha uma saúde que até metia impressão.
Contava-se. Pela calada da noite ou durante o horário lectivo, o Padre Clementino andava de bicicleta pelas compridos e desérticos corredores do seminário. Apesar da ausência de tráfego, da via desafogada, apesar de ter os corredores só para ele, corredores largos, longas rectas sem sequer chicanas, a verdade é que às vezes o homem caía, sei lá se por falta de jeito ou apenas porque o raio da sotaina se lhe enrodilhava na corrente, não faço ideia. Caía e pronto. E pronto, não! Rectifico. Caía, levantava-se logo que conseguisse, não sei se estão a ver a tartaruga de pernas para o ar, verificava os estragos no material, que eram quase sempre nada, marcava o local do tombo com um grande sinal que ele já tinha preparado e que dizia "CURVA PERIGOSA!!!", nem mais nem menos, e saía dali novamente bicicletando. Com o Padre Clementino era mesmo assim, de categoria, tudo nos conformes. Fossem chamar tolo a outro...
(Publicado originalmente no meu blogue Tarrenego!, a propósito do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja. E o Padre Clementino era. Por outro lado, hoje é Dia Internacional da Maçã.)
quinta-feira, 1 de agosto de 2024
quarta-feira, 24 de julho de 2024
Volta a Portugal em bicicleta!
- Volta a Portugal! Volta a Portugal em bicicleta! - pediu-lhe insistentemente a mulher, num derradeiro telefonema de aflição. E ele voltou. Mas veio de carro.
sexta-feira, 19 de julho de 2024
Eu sarapinto, tu sarapintas, ele sarapinta
Ele era um extraordinário ciclista e não fazia caso à gramática. Dizia que gostava de correr "isolado, sozinho, sem mais ninguém", porque depois, na meta, "cada cal é cada cal e cada um sarapinta como pode". Não fazer caso da gramática fazia parte de ser ciclista antigamente. Ele venceu uma Volta a Portugal e era do meu FC Porto e das minhas memórias. Carlos Carvalho. Tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente anos mais tarde, eu moço, ele já reformado do pelotão mas não das bicicletas. E então o meu gigante das estradas era aquele homenzinho? Aquilo é que era o colosso de rodas? Era. E fiquei a admirá-lo ainda mais, como quem admira um fazedor de impossíveis.
Em 1976 a AD Fafe resolveu de repente montar de raiz uma equipa de ciclismo e apresentar-se à Volta a Portugal. Não terá sido bem a AD Fafe, mas algumas pessoas ligadas à AD Fafe e amantes das bicicletas, e tudo foi feito em cima do joelho, como convém às grandes empreitadas. Foi-se ao refugo do pelotão nacional e arranjaram-se dois ciclistas e mais dois ou três acompanhantes e desistentes garantidos. Os ciclistas eram o jovem António Alves, que posteriormente brilharia ao serviço do FC Porto, do Coimbrões de mestre Emídio Pinto, se não me engano, e do Boavista, entre outros clubes, e Manuel Martins, fafense de Golães e irmão mais novo do campeão José Martins. Dos outros, infelizmente, não reza a história. Foi-se praticamente à sucata e arranjou-se um velho Mercedes que seria, por assim dizer, recuperado e "preparado" para carro de apoio na garagem do Zé Bastos, ao lado dos antigos Bombeiros. O veículo, que avariava muito bem e parou vezes sem conta nas voltas da Volta, sobretudo quando fazia mais falta aos corredores, era o único acrescento logístico da equipa e seria guiado pelo Fredinho Bastos, condutor experimentadíssimo em corridas mas de automóveis. E foi-se a Pousada de Saramagos, Famalicão, tentar contratar um "treinador".
Uma embaixada fafense deslocou-se à loja-oficina de Carlos Carvalho, que ficava ali à face da estrada nacional, quem depois vira para o campo de futebol do Riopele de má memória pelo menos para nós. Iam talvez o grande Chico Marinho, de quem um dia falarei à parte, o despachado Machadinho, que também já era cobrador da AD Fafe, desse tenho a certeza, não sei se o Fredinho, o David Alves e o seu irmão Gabriel, eventualmente, e por certo alguém da direcção. Posso garantir é que eu fazia parte dessa delegação de alto nível, como modesto observador e porque, tratando-se de Fafe, naquele tempo da minha juventude eu ia com toda a gente para todo o lado. Em Fafe, não sei porquê, estive no meio de tudo ou tudo passou por mim. Fui portanto um espectador privilegiado da história da nossa terra naqueles anos imediatamente antes e após o 25 de Abril de 1974. Ou então, também admito estoutro ponto de vista, fui apenas um considerável emplastro, mas quase sempre a convite, é preciso que se note.
Em 1976 a AD Fafe resolveu de repente montar de raiz uma equipa de ciclismo e apresentar-se à Volta a Portugal. Não terá sido bem a AD Fafe, mas algumas pessoas ligadas à AD Fafe e amantes das bicicletas, e tudo foi feito em cima do joelho, como convém às grandes empreitadas. Foi-se ao refugo do pelotão nacional e arranjaram-se dois ciclistas e mais dois ou três acompanhantes e desistentes garantidos. Os ciclistas eram o jovem António Alves, que posteriormente brilharia ao serviço do FC Porto, do Coimbrões de mestre Emídio Pinto, se não me engano, e do Boavista, entre outros clubes, e Manuel Martins, fafense de Golães e irmão mais novo do campeão José Martins. Dos outros, infelizmente, não reza a história. Foi-se praticamente à sucata e arranjou-se um velho Mercedes que seria, por assim dizer, recuperado e "preparado" para carro de apoio na garagem do Zé Bastos, ao lado dos antigos Bombeiros. O veículo, que avariava muito bem e parou vezes sem conta nas voltas da Volta, sobretudo quando fazia mais falta aos corredores, era o único acrescento logístico da equipa e seria guiado pelo Fredinho Bastos, condutor experimentadíssimo em corridas mas de automóveis. E foi-se a Pousada de Saramagos, Famalicão, tentar contratar um "treinador".
Uma embaixada fafense deslocou-se à loja-oficina de Carlos Carvalho, que ficava ali à face da estrada nacional, quem depois vira para o campo de futebol do Riopele de má memória pelo menos para nós. Iam talvez o grande Chico Marinho, de quem um dia falarei à parte, o despachado Machadinho, que também já era cobrador da AD Fafe, desse tenho a certeza, não sei se o Fredinho, o David Alves e o seu irmão Gabriel, eventualmente, e por certo alguém da direcção. Posso garantir é que eu fazia parte dessa delegação de alto nível, como modesto observador e porque, tratando-se de Fafe, naquele tempo da minha juventude eu ia com toda a gente para todo o lado. Em Fafe, não sei porquê, estive no meio de tudo ou tudo passou por mim. Fui portanto um espectador privilegiado da história da nossa terra naqueles anos imediatamente antes e após o 25 de Abril de 1974. Ou então, também admito estoutro ponto de vista, fui apenas um considerável emplastro, mas quase sempre a convite, é preciso que se note.
P.S. - Publicado originalmente no dia 17 de Setembro de 2022. O dia 19 de Julho de 1903 marca o início da primeira Volta à França. No dia 19 de Julho de 2013, o nosso Rui Costa, que então corria pela Movistar, conquistou a sua segunda vitória em etapas na 100.ª edição do Tour, em plenos Alpes, igualando feito de Joaquim Agostinho.
Etiquetas:
AD Fafe,
bicicletas,
Carlos Carvalho,
Chico Marinho,
ciclismo,
David Alves,
Fredinho Bastos,
Gabriel Alves,
Machadinho,
Rui Costa,
série Fafenses excelentíssimos,
série Memórias de Fafe,
Tour,
Volta a França
quinta-feira, 6 de junho de 2024
terça-feira, 16 de abril de 2024
quarta-feira, 30 de agosto de 2023
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
quarta-feira, 9 de agosto de 2023
Eu sarapinto, tu sarapintas, ele sarapinta
Ele era um extraordinário ciclista e não fazia caso à gramática. Dizia que gostava de correr "isolado, sozinho, sem mais ninguém", porque depois, na meta, "cada cal é cada cal e cada um sarapinta como pode". Não fazer caso da gramática fazia parte de ser ciclista antigamente. Ele venceu uma Volta a Portugal e era do meu FC Porto e das minhas memórias. Carlos Carvalho. Tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente anos mais tarde, eu moço, ele já reformado do pelotão mas não das bicicletas. E então o meu gigante das estradas era aquele homenzinho? Aquilo é que era o colosso de rodas? Era. E fiquei a admirá-lo ainda mais, como quem admira um fazedor de impossíveis.
Em 1976 a AD Fafe resolveu de repente montar de raiz uma equipa de ciclismo e apresentar-se à Volta a Portugal. Não terá sido bem a AD Fafe, mas algumas pessoas ligadas à AD Fafe e amantes das bicicletas, e tudo foi feito em cima do joelho, como convém às grandes empreitadas. Foi-se ao refugo do pelotão nacional e arranjaram-se dois ciclistas e mais dois ou três acompanhantes e desistentes garantidos. Os ciclistas eram o jovem António Alves, que posteriormente brilharia ao serviço do FC Porto, do Coimbrões de mestre Emídio Pinto, se não me engano, e do Boavista, entre outros clubes, e Manuel Martins, fafense de Golães e irmão mais novo do campeão José Martins. Dos outros, infelizmente, não reza a história. Foi-se praticamente à sucata e arranjou-se um velho Mercedes que seria, por assim dizer, recuperado e "preparado" para carro de apoio na garagem do Zé Bastos, ao lado dos antigos Bombeiros. O veículo, que avariava muito bem e parou vezes sem conta nas voltas da Volta, sobretudo quando fazia mais falta aos corredores, era o único acrescento logístico da equipa e seria guiado pelo Fredinho Bastos, condutor experimentadíssimo em corridas mas de automóveis. E foi-se a Pousada de Saramagos, Famalicão, tentar contratar um "treinador".
Uma embaixada fafense deslocou-se à loja-oficina de Carlos Carvalho, que ficava ali à face da estrada nacional, quem depois vira para o campo de futebol do Riopele de má memória pelo menos para nós. Iam talvez o grande Chico Marinho, de quem um dia falarei à parte, o despachado Machadinho, que também já era cobrador da AD Fafe, desse tenho a certeza, não sei se o Fredinho, o David Alves e o seu irmão Gabriel, eventualmente, e por certo alguém da direcção. Posso garantir é que eu fazia parte dessa delegação de alto nível, como modesto observador e porque, tratando-se de Fafe, naquele tempo da minha juventude eu ia com toda a gente para todo o lado. Fui portanto um espectador privilegiado da história da nossa terra naqueles anos imediatamente antes e após o 25 de Abril de 1974. Ou então, também admito estoutro ponto de vista, fui apenas um considerável emplastro, mas sempre a convite, é preciso que se note.
P.S. - A Volta a Portugal começa hoje em Viseu. E chega a Fafe no próximo dia 18 de Agosto, de sexta-feira a oito dias, com passagem pela nossa famosa e espectacular terra batida. Acho que estou desculpado pela repetição.
Em 1976 a AD Fafe resolveu de repente montar de raiz uma equipa de ciclismo e apresentar-se à Volta a Portugal. Não terá sido bem a AD Fafe, mas algumas pessoas ligadas à AD Fafe e amantes das bicicletas, e tudo foi feito em cima do joelho, como convém às grandes empreitadas. Foi-se ao refugo do pelotão nacional e arranjaram-se dois ciclistas e mais dois ou três acompanhantes e desistentes garantidos. Os ciclistas eram o jovem António Alves, que posteriormente brilharia ao serviço do FC Porto, do Coimbrões de mestre Emídio Pinto, se não me engano, e do Boavista, entre outros clubes, e Manuel Martins, fafense de Golães e irmão mais novo do campeão José Martins. Dos outros, infelizmente, não reza a história. Foi-se praticamente à sucata e arranjou-se um velho Mercedes que seria, por assim dizer, recuperado e "preparado" para carro de apoio na garagem do Zé Bastos, ao lado dos antigos Bombeiros. O veículo, que avariava muito bem e parou vezes sem conta nas voltas da Volta, sobretudo quando fazia mais falta aos corredores, era o único acrescento logístico da equipa e seria guiado pelo Fredinho Bastos, condutor experimentadíssimo em corridas mas de automóveis. E foi-se a Pousada de Saramagos, Famalicão, tentar contratar um "treinador".
Uma embaixada fafense deslocou-se à loja-oficina de Carlos Carvalho, que ficava ali à face da estrada nacional, quem depois vira para o campo de futebol do Riopele de má memória pelo menos para nós. Iam talvez o grande Chico Marinho, de quem um dia falarei à parte, o despachado Machadinho, que também já era cobrador da AD Fafe, desse tenho a certeza, não sei se o Fredinho, o David Alves e o seu irmão Gabriel, eventualmente, e por certo alguém da direcção. Posso garantir é que eu fazia parte dessa delegação de alto nível, como modesto observador e porque, tratando-se de Fafe, naquele tempo da minha juventude eu ia com toda a gente para todo o lado. Fui portanto um espectador privilegiado da história da nossa terra naqueles anos imediatamente antes e após o 25 de Abril de 1974. Ou então, também admito estoutro ponto de vista, fui apenas um considerável emplastro, mas sempre a convite, é preciso que se note.
P.S. - A Volta a Portugal começa hoje em Viseu. E chega a Fafe no próximo dia 18 de Agosto, de sexta-feira a oito dias, com passagem pela nossa famosa e espectacular terra batida. Acho que estou desculpado pela repetição.
Etiquetas:
AD Fafe,
bicicletas,
Carlos Carvalho,
Chico Marinho,
ciclismo,
David Alves,
Fredinho Bastos,
futebol,
Gabriel Alves,
Machadinho,
série Fafenses excelentíssimos,
série Memórias de Fafe
sábado, 3 de junho de 2023
O passeio do jovem ciclista em cuecas
| Foto Hernâni Von Doellinger |
terça-feira, 16 de maio de 2023
Por mares nunca dantes pedalados
Etiquetas:
Armada,
bicicletas,
Dia da Marinha,
Marinha,
Matosinhos,
navio-escola Sagres,
navios,
Passeio Atlântico,
Porto de Leixões,
Sagres,
veleiro
domingo, 18 de setembro de 2022
sábado, 20 de agosto de 2022
A bisculeta
| Foto Hernâni Von Doellinger |
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Candidaturas ao Prémio A. Lopes de Oliveira
Decorre o período para concurso ao Prémio Literário A. Lopes de Oliveira / Câmara Municipal de Fafe, destinado a distinguir estudos históric...
-
Os ausentes Sim, ele gostava muito de presentes. Mas os ausentes falam-lhe mais ao coração... Peita. Dádiva ou promessa com o fim de suborna...
-
E o número da máquina fotográfica? - Passei o dia inteiro a ligar-lhe para o telemóvel, mas dava sempre impedido... - Quando for assim, ligu...
-
Todos os meses de Julho de todos os anos, o aviso lá estava bem visível à porta de entrada, para orientação de pessoal, clientes e público e...