A questão foi pertinentemente colocada numa reportagem televisiva que passou por aí. Que República queremos ter? Não me interessaram as respostas, devo confessar. Se me perguntassem a mim - mas a mim só me perguntam o caminho para o IKEA de Matosinhos -, se me perguntassem a mim, eu tinha a resposta na ponta da língua: quero uma república das bananas. E das maçãs e dos pêssegos, do pão e do carapau, do frango de aviário e do leite, da massa de cotovelo e da água. Uma república republicana, com comida na mesa, até na mesa dos trabalhadores. E com trabalho para os trabalhadores. E com casas para as pessoas. E com professores para os alunos. E com médicos para os doentes. E com ar para respirar. E com gente honesta no Governo. E com um presidente que seja da República.
É decerto por eu ter estas ideias malucas que ninguém me pergunta nada, a não ser o caminho para o IKEA de Matosinhos. É. Só os galegos desorientados é que querem saber a minha opinião...
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