P.S. - Hoje é Dia Mundial do Mágico.
Mostrar mensagens com a etiqueta ilusionismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ilusionismo. Mostrar todas as mensagens
sábado, 31 de janeiro de 2026
De Lotário a Mandrake
Lotário era neto de Carlos Magno e primeiro foi o terceiro imperador do Sacro Império Romano-Germânico, isto pelos inícios do século nono. Só muitos muitos anos depois, exactamente em 1934, é que se tornou ajudante do mágico Mandrake em livros aos quadradinhos.
P.S. - Hoje é Dia Mundial do Mágico.
Etiquetas:
banda desenhada,
BD,
Dia Mundial do Mágico,
ilusionismo,
Lotário,
Lotário I,
magia,
mágico,
Mandrake,
série Lições de História
O grande prestidigitador
Era um mágico extraordinário: em vez de coelhos da cartola, tirava macacos do nariz.
P.S. - Hoje é Dia Mundial do Mágico.
O ovo de Colombo
Quando Colombo pôs o ovo, foi o assombro geral. O respeitável público ainda esperou que lhe saísse também um coelho da cartola ou, vá lá, um par de pombas brancas esvoaçando do lenço de falsa seda multicor. Mas nada. O ovo era número único e foi assim que ficou na História.
Anos mais tarde, aproveitando a fama, Colombo construiu um centro comercial e duas torres de escritórios na zona de Benfica, em Lisboa.
P.S. - Hoje é Dia Mundial do Mágico.
Anos mais tarde, aproveitando a fama, Colombo construiu um centro comercial e duas torres de escritórios na zona de Benfica, em Lisboa.
P.S. - Hoje é Dia Mundial do Mágico.
domingo, 1 de dezembro de 2024
Firme e hirto como uma barra de ferro
Não sei se foi pelos 16 de Maio ou pela Senhora de Antime, talvez fosse pelo Natal ou então ocorreu num dia qualquer, anónimo, sem atributos que o destaquem ou recomendem. Mas aconteceu. Uma vez, um artista hipnotizador, quiçá mentalista e certamente ilusionista veio dar um espectáculo ao nosso Cinema e eu, que era mocico e pobre, não entrei, não vi, porque era preciso pagar bilhete para entrar. E era uma bonita tarde de sol. Para chamar povo como no Poço da Morte dos 16 de Maio e da Senhora de Antime, o artista hipnotizador, quiçá mentalista e certamente ilusionista fez cá fora, na Rua Monsenhor Vieira de Castro, o famoso número de conduzir um carro com os olhos vendados, naquele bocado de estrada entre a esquina do Santo Velho e o ateliê do Zé Manel Carriço, exactamente nesse sentido, que era permitido na altura, nem cem metros sempre em linha recta, assim também eu, foi o que então pensei, e no entanto ainda hoje não sei conduzir nem tenho carta de condução, com os olhos abertos ou fechados. O número terá sido feito cá fora de mais a mais porque lá dentro decerto não daria jeito, cheguei também a essa importante conclusão aqui atrasado, quando finalmente percebi que o bonito Teatro-Cinema de Fafe, apesar de realmente glorioso e frequentemente "icónico", é muito mais pequeno do que eu o supunha no meu tempo.
Esperei pelas horas à sombra, no passeio em frente, fazendo malha com o cotão dos bolsos, discretamente, encostado à histórica casa-mãe dos Summavielles, como já lhe chamei, e que era pouso habitual. No final da função, os ilustres que pagaram para entrar e ver disseram-me que aquilo lá dentro não prestou, que não valera o dinheiro. Felizmente para eles, a saída era de graça...
O artista talvez fosse o Professor Karma, esse extraordinário e irrefutável hipnotizador de galinhas, lembrei-me agora, mas de momento não estou em condições de o afiançar sem correr risco de levar com um par de desmentidos no focinho. Era, em todo o caso, "um" Professor Karma, ainda que vestisse outro nome mais ou menos estrambólico. O grande Zandinga, haveria eu de conhecê-lo pessoalmente, alguns anos mais tarde, numa noitada para lá de estranha, no Porto, e Alexandrino, o cromo do "firme e hirto como uma barra de ferro" a quem Herman José deu fama, é muito mais recente.
Em Fafe apareciam de vez em quando uns fenómenos assim, prontos a facturar sem serem convidados, e uma ocasião até nos quiserem impingir espectáculos de luta livre nos antigos Bombeiros, com cartazes sugestivos, os sensacionais Tarzan Taborda, José Luís, Carlos Rocha e tudo, vindos directamente do Coliseu dos Recreios, do Parque Mayer e do Pavilhão dos Desportos de Lisboa. Eu conto falar proximamente de mais algumas dessas extraordinarices fafenses, antigas, na linha do artista hipnotizador, quiçá mentalista e certamente ilusionista armado em cego que nos veio enganar a preço eventualmente módico numa bonita tarde de sol. Os fafenses de hoje em dia não fazem ideia da sorte que têm com a programação que lhes colocam actualmente ao dispor, do melhor que pode ser visto e ouvido em Portugal, e digo isto apenas por inveja retroactiva e, por uma vez, sem ponta de cinismo.
P.S. - Publicado ontem, nesta versão de mãos largas, no meu blogue Tarrenego! Estamos no Natal, meus meninos!...
Etiquetas:
Alexandrino,
circo,
Dia Mundial do Hipnotismo,
Dia Mundial dos Mágicos,
hipnotismo,
hipnotizadores,
ilusionismo,
ilusionistas,
mágicos,
Natal,
Professor Karma,
série Memórias de Fafe,
Teatro-Cinema,
Zandinga
Subscrever:
Mensagens (Atom)
A esfera armilense
Cinco Quinas mais duas Carlota Joaquina, Teolinda Joaquina de Sousa Lança (aliás, Linda de Suza), Joaquina de Vedruna, Mariana Joaquina Apol...
-
Todos os meses de Julho de todos os anos, o aviso lá estava bem visível à porta de entrada, para orientação de pessoal, clientes e público e...
-
Os ausentes Sim, ele gostava muito de presentes. Mas os ausentes falam-lhe mais ao coração... Peita. Dádiva ou promessa com o fim de suborna...
-
E o número da máquina fotográfica? - Passei o dia inteiro a ligar-lhe para o telemóvel, mas dava sempre impedido... - Quando for assim, ligu...
