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| Foto Tarrenego! |
Éramos assim. No nosso pequeno quintal da casinha do Santo Velho, a minha mãe, o meu pai, a minha irmã Nanda, o meu irmão Nelo e eu, que sou o Nane. Falta o meu irmão Lando, porque começa por L e ainda não tinha nascido, mas estão a Mila e a Dulce, que não começam por N nem por L e eram como se fossem da família. Ser-se da minha família era fácil. Bastava andar por ali, bater à porta, que na verdade estava sempre aberta menos à noite. E só era preciso saber rir, gostar de rir, precisar de rir. Éramos pobres, mas com o meu pai ninguém ficava fora do retrato. Ele é que deixou de aparecer, derivado a razão de força maior.
P.S. - Sobre o meu pai, mais para ler, caso interesse, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Ou, mais fácil ainda, basta carregar na etiqueta "série O meu pai".
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