Tomás era o faz-tudo do convento. Agricultor, apicultor, sacristão,
chef de cozinha, porteiro, parteiro, telefonista, copista, contorcionista, iluminador, vendedor de imóveis,
disc jockey, picheleiro, Pai Natal, guarda-redes, mas sobretudo era um carpinteiro de mão cheia. Fosse o soalho do refeitório ou empreitada mais modesta, de martelo em riste, pregador como ele não havia.
P.S. - Hoje é Dia Internacional do DJ.
Grande Tomás! So não entendi o que fazia um parteiro num convento. Mas prontos, eu também nunca fui muito religioso.
ResponderEliminarPois...
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